
Sem imagem ainda
Ponto G
0,2 mi do centro da cidade · Santarém · Portugal
0 cervejarias · 1 espaço
Santarém, a histórica capital do Ribatejo, ergue-se num planalto na margem direita do rio Tejo, a cerca de 65 km a nordeste de Lisboa, com vista sobre a lezíria. O seu notável conjunto de igrejas e túmulos góticos valeu-lhe o epíteto de "Capital do Gótico" em Portugal.
A fundação da cidade é atribuída aos romanos, que lhe chamaram Scalabis e fizeram dela um importante entreposto comercial no médio Tejo. A lenda liga o seu nome posterior a Santa Iria, ou Irene, mártir visigoda cujo corpo terá chegado à cidade. Sob domínio árabe, como Shantarin, tornou-se um importante centro cultural, até que D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal, a conquistou a 15 de março de 1147, depois de alguns dos seus homens escalarem as muralhas durante a noite e abrirem as portas. Os monarcas visitavam-na com frequência e aqui se reuniram muitas Cortes, e a conquista de Ceuta, em 1415, foi planeada no paço real de Santarém. O caminho de ferro chegou em 1861.
Comece pelas Portas do Sol, no local da antiga Alcáçova, hoje jardim municipal e, segundo o município, o mais belo miradouro da cidade, com vista sobre o Tejo, as lezírias e o velho casario da Ribeira de Santarém. Daí, siga o roteiro do gótico. A Igreja de Nossa Senhora da Graça, iniciada por volta de 1380, junta um interior de gótico mendicante a uma fachada de gótico flamejante coroada por uma notável rosácea; no interior estão o túmulo de D. Pedro de Meneses, primeiro governador de Ceuta, e a campa rasa de Pedro Álvares Cabral, o navegador que chegou ao Brasil em 1500. A igreja do antigo Convento de São Francisco é considerada a mais bela manifestação do gótico no país antes da construção do Mosteiro da Batalha, e a Igreja de Santa Clara, do século XIII, é um exemplar característico do gótico mendicante.
Não perca a Igreja de São João de Alporão, construída na transição do românico para o gótico e hoje núcleo museológico de arte e arqueologia repleto de túmulos medievais. Os apreciadores de azulejo devem visitar a Igreja de Nossa Senhora de Marvila, cujo revestimento do século XVII, com cerca de 65 000 azulejos, lhe valeu o epíteto de "catedral do azulejo seiscentista", e o Mercado Municipal, de 1930, com painéis de azulejo exteriores que retratam a vida quotidiana ribatejana. A Sé ocupa a antiga igreja dos Jesuítas, construída sobre as ruínas do Paço Real, com fachada maneirista e um interior barroco ricamente decorado.
Santarém fica no Caminho Português de Santiago, por isso é possível cruzar-se com peregrinos a caminho do norte.
A cerveja artesanal em Santarém ainda é uma raridade, o que torna a procura de um copo local parte da aventura. Depois de um dia de igrejas góticas e vistas sobre o Tejo, pergunte por algo acabado de fazer.
Os pinos correspondem aos locais desta página. Abra um local a partir do respetivo cartão.
Pelo seu notável conjunto de igrejas e túmulos góticos. Destacam-se uma igreja iniciada por volta de 1380, com fachada de gótico flamejante e rosácea, a igreja do antigo Convento de São Francisco, a mais bela obra gótica do país antes da Batalha, uma igreja do século XIII de gótico mendicante e um núcleo museológico repleto de túmulos medievais.
No jardim das Portas do Sol, no local da antiga Alcáçova, que o município considera o mais belo miradouro da cidade. Daí avista-se o rio Tejo, as lezírias e o velho casario da Ribeira de Santarém. É também um bom ponto de partida para seguir o roteiro do gótico pela cidade.
Visite a Igreja de Nossa Senhora de Marvila, cujo revestimento do século XVII, com cerca de 65 000 azulejos, lhe valeu o epíteto de "catedral do azulejo seiscentista". Depois siga até ao Mercado Municipal, de 1930, com painéis de azulejo exteriores que retratam a vida quotidiana ribatejana, a poucos passos no centro histórico.
Pedro Álvares Cabral, o navegador que chegou ao Brasil em 1500, tem aqui a sua campa rasa numa igreja gótica, junto ao túmulo do primeiro governador de Ceuta. D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal, conquistou a cidade em 1147, e a conquista de Ceuta, em 1415, foi planeada no seu paço real.