Moura e a lenda de Salúquia

Moura é conhecida pelo castelo no ponto mais alto da cidade, com uma torre almóada de taipa, e por um nome ligado à lenda da princesa moura Salúquia. Descubra o bairro da Mouraria, o primeiro convento carmelita da Península Ibérica, os olivais e o grande lago do Alqueva.

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Na época romana, Moura chamar-se-ia Aruci Novum, e há numerosas villae e castros romanizados assinalados por todo o concelho; algumas das suas aras e cupae estão conservadas no Museu Municipal. Sob domínio muçulmano era conhecida como Al-Manijah, e o nome atual está ligado à Lenda da Moura Salúquia. O castelo, no ponto mais alto da cidade, é ocupado pelo menos desde a Idade do Ferro e conserva um torreão de taipa almóada. O domínio cristão efetivou-se em 1232, data a partir da qual surge o bairro da Mouraria, extramuros. D. Dinis deu o primeiro foral em 1295 e carta de feira em 1302, D. Manuel I novo foral em 1512, e em 1554 Moura recebeu o título de "Notável Vila". Aqui se construiu o primeiro convento da Ordem dos Carmelitas em Portugal e em toda a Península Ibérica, o Convento do Carmo, e a Igreja Matriz de São João Batista, mandada construir por D. Manuel no início do século XVI, é Monumento Nacional desde 1932. Em 1707, o general espanhol Duque de Osuna ocupou a vila e mandou arrasar as muralhas da época da Restauração. Duas nascentes no interior do castelo ainda abastecem as fontes das Três Bicas e de Santa Comba. Moura foi elevada a cidade a 1 de fevereiro de 1988, e o feriado municipal é a 24 de junho. Entre os locais a visitar contam-se a Mouraria, o Núcleo Árabe, o Núcleo de Armaria da Torre de Menagem, o Museu de Arte Sacra na Igreja de São Pedro, o Museu de Joalharia Contemporânea Alberto Gordillo e o Museu do Azeite no Lagar de Varas do Fojo; as oliveiras são a imagem de marca do concelho, cujas paisagens incluem também o grande lago de Alqueva.

Em Moura, a cerveja artesanal é um achado raro, por isso qualquer copo local é um bónus depois de um passeio pela Mouraria.

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Perguntas frequentes

O nome atual de Moura está ligado à lenda da princesa moura Salúquia. No domínio muçulmano a vila era conhecida como Al-Manijah e, na época romana, chamar-se-ia Aruci Novum. O domínio cristão firmou-se em 1232, e depois disso o bairro da Mouraria cresceu fora das muralhas.

Entre os locais a visitar em Moura estão o Núcleo Árabe, a armaria na torre de menagem, o Museu de Arte Sacra na Igreja de São Pedro, o Museu de Joalharia Contemporânea Alberto Gordillo e o museu do azeite no Lagar de Varas do Fojo. O Museu Municipal guarda aras e cupae funerárias romanas.

O castelo ergue-se no ponto mais alto de Moura, está ocupado pelo menos desde a Idade do Ferro e conserva uma torre almóada de taipa. Duas nascentes no interior do castelo continuam a alimentar as fontes das Três Bicas e de Santa Comba. A torre de menagem acolhe a armaria.