
Lisboa
10 cervejarias · 31 espaços
O Montijo é conhecido pela ligação ao rio Tejo, que limita grande parte do seu território e atraiu os pescadores e marnotos que aqui se fixaram. Descubra a antiga Aldeia Galega, paragem da estrada real, a Avenida dos Pescadores, a Casa Mora e o Museu dos Pescadores.

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A história do Montijo está intimamente ligada ao rio Tejo, que delimita grande parte do seu território. Até 6 de junho de 1930, a vila chamava-se Aldeia Galega do Ribatejo, ou simplesmente Aldeia Galega. Em 1186, D. Sancho I doou os coutos e herdades da região aos Cavaleiros da Ordem de Santiago, e o povoado, habitado sobretudo por pescadores e salineiros, muitos vindos das rias galegas e do litoral norte de Portugal, desenvolveu-se depois do desassoreamento do esteiro de Alhos Vedros, no século XV. D. Manuel I deu foral a 15 de setembro de 1514, renovado a 17 de janeiro de 1515 num diploma único para Aldeia Galega e Alcochete. Em 1533 o correio-mor fez dela a sede da Posta para o Sul, e as obras na Estrada Real para Badajoz tornaram-na ponto de passagem obrigatória de quem ia ou vinha de Lisboa. Em dezembro de 1640, a caminho de Vila Viçosa para Lisboa depois de aclamado rei, D. João IV reuniu aqui o seu primeiro Conselho Régio. D. Maria II e D. Fernando foram recebidos com pompa em outubro de 1843, e o Montijo foi elevado a cidade em 1985. Na Avenida dos Pescadores ficam a Ermida de Santo António, do século XVI, danificada pelo terramoto de 1755 e reconstruída em 1789, com um novo pavimento da artista montijense Fernanda Fragateiro, e a Casa Mora, construção ao estilo francês do II Império concluída em 1875 que acolhe o Museu Municipal desde 1993. O Museu do Pescador, da cooperativa piscatória local, ocupa desde 2014 a antiga Escola Conde Ferreira.
No Montijo, a cerveja artesanal é um achado raro, por isso qualquer copo local é um bónus depois de um passeio pela Avenida dos Pescadores.
Até 6 de junho de 1930 o Montijo chamava-se Aldeia Galega do Ribatejo, ou simplesmente Aldeia Galega. A povoação era habitada sobretudo por pescadores e marnotos, muitos vindos das rias galegas e do norte de Portugal, e cresceu depois de, no século XV, ter sido desassoreado o esteiro de Alhos Vedros.
Na Avenida dos Pescadores ficam a Ermida de Santo António, do século XVI, reconstruída em 1789 depois do terramoto de 1755, com um novo pavimento da artista montijense Fernanda Fragateiro, e a Casa Mora, um edifício de estilo Segundo Império francês de 1875 que acolhe o museu municipal desde 1993.
Sim, o Museu dos Pescadores, gerido pela cooperativa de pesca local, ocupa desde 2014 a antiga escola Conde Ferreira, no Montijo. A história da terra está intimamente ligada ao rio Tejo, que limita grande parte do seu território. O Montijo foi elevado a cidade em 1985.
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