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Barona Brewing Company
2 mi do centro da cidade · Marvão · Portugal
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Marvão ergue-se sobre os rochedos da Serra de São Mamede, perto da fronteira com Espanha, e os terrenos em redor guardam muitas antas, sepulturas escavadas na rocha e megálitos do III milénio a.C. Perto ficam as ruínas da cidade romana de Ammaia. No século X, o historiador cordovês Razi registou a fortaleza de Amaia, que em 884 serviu de refúgio ao fundador de Marvão, o rebelde muladi ibne Maruane, "o Galego", que pegou em armas contra os emires de Córdova. D. Afonso Henriques terá conquistado Marvão na campanha de 1160–1166, embora não se saiba se definitivamente, tendo em conta a contraofensiva de 1190 ou 1191 até à linha do Tejo. D. Sancho II deu foral em 1226 e mandou ampliar o castelo, e em 1299 D. Dinis tomou a fortaleza ao seu irmão D. Afonso. Depois da Restauração da Independência, em 1640, a muralha medieval foi abaluartada, com o castelo transformado em cidadela, e a fortaleza resistiu a ataques importantes em 1641 e 1648. Nas Guerras Liberais, as tropas liberais tomaram Marvão a 12 de dezembro de 1833 e resistiram ao cerco miguelista até 26 de março de 1834, feito que um documento militar de 1861 descreveu como o baluarte da liberdade na Província do Alentejo. Entre o património contam-se o castelo, o Convento de Nossa Senhora da Estrela, a Igreja de São Tiago, paróquia do século XIV da Ordem do Hospital, e os antigos fornos de cal junto à Escusa, onde nove dos dezanove fornos conservados na freguesia se agrupam lado a lado.
Em Marvão, a cerveja artesanal é um achado raro, por isso qualquer copo local é um bónus depois de um passeio pelas muralhas.
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O património de Marvão inclui o castelo, o Convento de Nossa Senhora da Estrela, a Igreja de São Tiago, do século XIV e outrora da Ordem do Hospital, e os antigos fornos de cal junto à Escusa, onde nove dos dezanove fornos que restam na freguesia estão próximos uns dos outros. Perto ficam as ruínas da cidade romana de Ammaia.
O fundador da povoação foi o rebelde muladi Ibn Marwan, dito o Galego, que se levantou contra os emires de Córdova. No século X, o historiador cordovês al-Razi registou a fortaleza de Amaia, que em 884 abrigou Ibn Marwan, nos penedos da Serra de São Mamede, junto à fronteira com Espanha.
As tropas liberais tomaram Marvão a 12 de dezembro de 1833 e resistiram ao cerco miguelista até 26 de março de 1834. Um documento militar de 1861 afirmava que este feito fez dela o baluarte da liberdade no Alentejo. Antes, depois de 1640, as muralhas foram adaptadas com baluartes e resistiram a grandes ataques em 1641 e 1648.