Arte rupestre e amendoeiras em flor em Vila Nova de Foz Côa
Vila Nova de Foz Côa acolhe a arte rupestre pré-histórica do Vale do Côa, Património Mundial da UNESCO desde 1998, com cerca de 5.000 figuras de animais gravadas desde o Paleolítico Superior. Descubra os forais, a antiga judiaria, a igreja e o pelourinho manuelinos e as amendoeiras em flor.
0 cervejarias · 0 espaços
Vila Nova de Foz Côa guarda a arte rupestre pré-histórica do Vale do Côa, Património Mundial da UNESCO desde 1998. Ao longo de vários milénios, a partir do Paleolítico Superior, foram gravadas aqui cerca de 5000 figuras de animais nos painéis de rocha e, em conjunto com Siega Verde, do outro lado da fronteira, em Espanha, a UNESCO considera-o o mais notável conjunto de arte paleolítica ao ar livre da Península Ibérica. Gravuras em sítios como a Canada do Inferno, o Vale de Figueira, o Vale de José Esteves e o Vale Cabrões ficam no próprio termo da freguesia. A vila recebeu o primeiro foral de D. Dinis a 21 de maio de 1299 e um segundo do mesmo monarca a 24 de julho de 1314, a que se seguiu o foral novo de D. Manuel I, a 16 de julho de 1514. Uma grande colónia de judeus fez prosperar a vila, e o antigo bairro do Castelo conservou a designação de Bairro dos Judeus; da Capela de Santa Quitéria diz-se ter sido a antiga sinagoga. Do castelo, construído no reinado de D. Afonso V, restam alguns panos de muralha e a Torre do Relógio. O concelho ganhou os contornos atuais em 1872, e Vila Nova de Foz Côa foi elevada a cidade por lei publicada a 12 de julho de 1997. A joia da vila é a igreja matriz gótico-manuelina, cuja fachada quase intacta tem um pórtico esmeradamente lavrado com duas esferas armilares, escudos régios e a Virgem com o Menino; no interior, a capela-mor guarda pinturas quinhentistas atribuídas a António Leitão. Em frente aos Paços do Concelho, de 1858, ergue-se o esbelto pelourinho manuelino, rematado por quatro pináculos com a esfera armilar e a flor de lis. Em fevereiro e março, a Quinzena da Amendoeira em Flor celebra o florir das amendoeiras, e a padroeira, Nossa Senhora da Veiga, é festejada no segundo domingo de agosto.
A cena da cerveja artesanal em Vila Nova de Foz Côa ainda está por descobrir, por isso procure bares de cerveja artesanal e cervejeiras em locais próximos.
Ainda sem locais listados aqui.
Perguntas frequentes
Desde o Paleolítico Superior, foram gravadas aqui cerca de 5.000 figuras de animais em painéis de rocha, Património Mundial da UNESCO desde 1998. Com Siega Verde, em Espanha, a UNESCO considera-o o conjunto de arte paleolítica ao ar livre mais notável da Península Ibérica, e sítios como a Canada do Inferno ficam em Vila Nova de Foz Côa.
A joia da vila é a igreja matriz gótico-manuelina, cuja fachada quase intacta tem um portal finamente lavrado com duas esferas armilares, as armas reais e a Virgem com o Menino. No interior, a capela-mor guarda pinturas do século XVI atribuídas a António Leitão.
Em fevereiro e março, a Quinzena da Amendoeira em Flor celebra a floração, e a padroeira, Nossa Senhora da Veiga, é homenageada no segundo domingo de agosto. Em frente aos paços do concelho de 1858 ergue-se o esguio pelourinho manuelino.