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Piratas Cervejeiros
1 mi do centro da cidade · Amadora · Portugal
1 cervejaria · 0 espaços
A Amadora, que faz fronteira com Lisboa, tornou-se município a 11 de setembro de 1979 e cidade sete dias depois. Foi o primeiro município criado após o 25 de Abril de 1974; até então era uma freguesia do concelho de Oeiras, ao qual pertencia desde 1916.
Durante séculos, esta foi uma paisagem de grandes campos de trigo e casas apalaçadas, cujos lavradores, moleiros e padeiros abasteciam a capital. O município descreve o Aqueduto Geral das Águas Livres como uma obra impressionante da engenharia portuguesa do século XVIII. Foi mandado construir por D. João V em 1731 e iniciado no ano seguinte; cerca de 8 dos 14 km do seu troço principal ficam na Amadora e, na freguesia das Águas Livres, forma 19 arcos, o mais alto com 18 metros. Muito mais antiga é a Necrópole de Carenque, com três sepulcros coletivos escavados no calcário no final do IV ou início do III milénio a.C., descobertos e escavados em 1932 e Monumento Nacional desde 1936.
O caminho de ferro para Sintra chegou em 1887 e, em 1907, um decreto do rei D. Carlos determinou que os lugares da Porcalhota, Amadora e Venteira passassem a ter a denominação comum de Amadora. No início do século XX sonhou-se aqui uma "cidade-jardim", e o município situa na Amadora o início da história da aviação nacional: um concurso de papagaios em julho de 1912, o primeiro avião a aterrar aqui em janeiro de 1913 e o 1.º Festival Aéreo em 1917. Durante cerca de um quarto de século, partiram da Amadora algumas das mais importantes viagens da aviação portuguesa, como a do Pátria a Macau, em 1924.
Visite a Casa Roque Gameiro, construída entre 1898 e 1901 para o aguarelista Alfredo Roque Gameiro e a sua família. O interior é revestido a azulejo, incluindo um padrão naturalista de Rafael Bordalo Pinheiro na sala de jantar. Desde 1990, o município organiza também o Amadora BD, dedicado à banda desenhada portuguesa e estrangeira.
A cerveja artesanal na Amadora ainda é uma raridade, o que torna a procura de um copo local parte da aventura. Depois de um passeio junto aos arcos do aqueduto, pergunte por algo acabado de fazer.
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Sim. Cerca de 8 dos 14 km do troço principal do aqueduto ficam na Amadora e, na freguesia das Águas Livres, forma 19 arcos, o mais alto com 18 metros. Mandado construir por D. João V em 1731 e iniciado no ano seguinte, o município descreve-o como uma obra impressionante da engenharia do século XVIII.
São três sepulcros coletivos escavados no calcário no final do IV ou início do III milénio a.C. Descobertos e escavados em 1932, são Monumento Nacional desde 1936. Recordam um território que, durante séculos, foi depois uma paisagem de grandes campos de trigo e casas apalaçadas que abasteciam a capital.
O município situa na Amadora o início da história da aviação nacional: um concurso de papagaios em julho de 1912, o primeiro avião a aterrar aqui em janeiro de 1913 e o primeiro festival aéreo em 1917. Durante cerca de um quarto de século, partiram daqui algumas das mais importantes viagens da aviação portuguesa, como a do Pátria a Macau.
É a casa construída entre 1898 e 1901 para o aguarelista Alfredo Roque Gameiro e a sua família. O interior é revestido a azulejo, incluindo um padrão naturalista de Rafael Bordalo Pinheiro na sala de jantar. É uma boa paragem depois de um passeio junto aos arcos do aqueduto.