Sobre o Tejo: Abrantes

Abrantes, no Médio Tejo, ergue-se numa colina na margem norte do rio Tejo, coroada pelo seu castelo. Suba à Torre de Menagem, veja os túmulos góticos de uma poderosa família nobre numa igreja do castelo e explore um museu de arqueologia e arte num convento do século XVI.

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Abrantes, na sub-região do Médio Tejo, ergue-se numa colina na margem norte do rio Tejo, coroada pelo seu castelo, e foi historicamente considerada uma importante posição militar sobre o vale do Tejo. Pensa-se que o seu nome deriva do latim Aurantes, talvez uma referência ao ouro de aluvião do Tejo.

Nos arredores da cidade foram encontrados mosaicos, moedas e vestígios de aquedutos romanos. D. Afonso Henriques conquistou Abrantes e o seu castelo aos mouros em 1148, e a vila recebeu foral em 1179. D. Manuel I passou aqui longas temporadas, concedeu um novo foral por volta de 1510, e dois dos seus filhos, os infantes D. Fernando e D. Luís, nasceram em Abrantes. Em novembro de 1807, o general francês Junot tomou a vila, e Napoleão recompensou-o com um título ducal.

Comece pelo castelo, onde pode subir à Torre de Menagem e passear pelo Palácio dos Governadores, pelo Jardim do Castelo e pelo Outeiro de São Pedro. Dentro das muralhas, a Igreja de Santa Maria do Castelo, Monumento Nacional, terá sido fundada em 1215 e foi reconstruída no século XV por D. Diogo de Almeida, que a transformou no panteão da poderosa família Almeida. Repare nos túmulos góticos do século XV dos primeiros Condes de Abrantes, nos azulejos sevilhanos de corda-seca e nos vestígios de frescos; hoje a igreja acolhe uma musealização moderna sobre a história da família.

Na cidade, o Museu Ibérico de Arqueologia e Arte ocupa parte do Convento de São Domingos, do século XVI, reabilitado segundo projeto do arquiteto Carrilho da Graça. As exposições permanentes percorrem a escultura romana, a Pré-História, as Idades do Bronze e do Ferro, a Antiguidade, um tesouro, a arte medieval e moderna e a pintura de Maria Lucília Moita.

Abrantes fica em importantes ligações ferroviárias e rodoviárias, no entroncamento da linha Lisboa–Badajoz com a linha da Guarda e junto à autoestrada A23.

A cerveja artesanal em Abrantes ainda é uma raridade, o que torna a procura de um copo local parte da aventura. Depois de um dia de vistas do castelo e história à beira do Tejo, pergunte por algo acabado de fazer.

Tipos de local

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Perguntas frequentes

Pode subir à Torre de Menagem e passear pelo Palácio dos Governadores, pelo Jardim do Castelo e pelo Outeiro de São Pedro. Dentro das muralhas, a Igreja de Santa Maria do Castelo, Monumento Nacional, guarda túmulos góticos do século XV dos primeiros Condes de Abrantes, azulejos sevilhanos de corda-seca, vestígios de frescos e uma musealização sobre a família Almeida.

Sim, o Museu Ibérico de Arqueologia e Arte, em parte do Convento de São Domingos, do século XVI, reabilitado segundo projeto do arquiteto Carrilho da Graça. As exposições permanentes percorrem a escultura romana, a Pré-História, as Idades do Bronze e do Ferro, um tesouro, a arte medieval e moderna e a pintura de Maria Lucília Moita.

Nos arredores foram encontrados mosaicos, moedas e vestígios de aquedutos romanos. D. Afonso Henriques conquistou a vila e o castelo aos mouros em 1148, e a vila recebeu foral em 1179. D. Manuel I passou aqui longas temporadas e, em novembro de 1807, o general francês Junot tomou a vila. O nome poderá vir do latim Aurantes.

De comboio ou de carro: Abrantes fica no entroncamento da linha Lisboa–Badajoz com a linha da Guarda e junto à autoestrada A23. A cidade ergue-se numa colina na margem norte do Tejo, por isso a Torre de Menagem oferece vistas amplas sobre o vale que há muito protege.